Quando viver não é preciso. Pas besoin de dire... ou o que vem a ser a mesma coisa: dizer é preciso, navegar é preciso. Cneo Pompeio Magno um dos nomes emprestados de Pessoa para enunciar a falta de nome de quem, inominada, caiu no esquecimento e, imemorial, virou pele e entranha. Mar, Medusa, que recebe todos nossos mortos.
[Pintura: Thédore Géricault, Le Radeau de La Méduse (Louvre)]
[PS. Como esquecer a presença continental do quadro no Louvre? Vontade de ser abraçado pelas águas cruéis do naufrágio. Enquanto, lá fora, ameaçando o frio outono de Paris (novembro, 2009)]

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